quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Livro do mês de setembro


Obra –  O primeiro dia de escola
Autor – Mota, António
Ilustrações  Paulo Galindro
Editado por – Gailivro


Desafio: Ilustra, descrevendo a emoção do teu primeiro dia de escola.


Os melhores trabalhos serão premiados.


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Sobre o autor


António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 16 de Julho de 1957.
Foi professor do Ensino Básico.
Publicou o seu primeiro livro, A Aldeia das Flores, em 1979.
Com a obra O Rapaz de Louredo  (1983) ganhou um prémio da Associação Portuguesa de Escritores.
Em 1990, recebeu o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens pelo seu romance Pedro Alecrim.
Em 1996, ganhou o Prémio António Botto com A Casa das Bengalas.
Em 2003, a obra O Sonho de de Mariana, ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com ilustrações de Danuta Wojciechowska. Esta obra foi escolhida pela Associação de Professores de Português  e Associação de Profissionais de Educação de Infância para o projecto "O meu brinquedo é um livro".
Em 2004, recebeu o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, na modalidade de livro ilustrado, pela obra Se eu fosse muito Magrinho., com ilustrações de André Letria.
Desde 1980 tem sido solicitado a visitar escolas do Ensino Básico e Secundário, assim como bibliotecas públicas, em Portugal e outros países, fomentando deste modo o gosto pela leitura entre crianças e jovens.
Colaborou com vários jornais e participou em diversas acções organizadas por Bibliotecas e Escolas Superiores de Educação.
Os seus livros estão antologiados em volumes de ensino do Português e tem obras traduzidas em Espanha e Alemanha. Tem mais de cinco dezenas de obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura.
Tem livros incluídos em listas de obras literárias de qualidade recomendadas pela Internatinal  Youth  Library de  Munique

Em 2008 foi agraciado com a Ordem da Instrução Pública.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Igualdade de género vai ser um tema obrigatório no ensino básico e secundário

Igualdade de género vai ser um tema obrigatório no ensino básico e secundário

Este ano lectivo a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania será apenas desenvolvida nas escolas que integram o projecto-piloto de flexibilidade curricular.
Catarina Marcelino, secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade Marco Duarte
Os direitos humanos, a igualdade de género e a interculturalidade, onde se abordarão as questões ligadas ao racismo, estão entre os temas que serão de abordagem obrigatória em todos os ciclos de ensino, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania que foi apresentada nesta sexta-feira pelo Governo.
Na apresentação estiveram presentes os ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, e o da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, bem como a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e o secretário de Estado da Educação, João Costa.
Neste ano lectivo, a nova estratégia irá ser apenas aplicada nas 235 escolas públicas e privadas que integram o projecto-piloto de flexibilidade curricular. No 2.º e 3.º ciclos de escolaridade, os temas a abordar serão desenvolvidos na nova disciplina de Cidadania e Desenvolvimento prevista nas matrizes curriculares que estarão em vigor nas escolas do projecto-piloto, na qual os alunos terão notas à semelhança do que se passa nas outras disciplinas.
No 1.º ciclo e no ensino secundário terão “natureza transdisciplinar”, devendo contar, no último caso, “com o contributo de todas as disciplinas e componentes de formação”, especifica-se no documento divulgado nesta sexta-feira.
"O que se pretende não é instituir uma disciplina formal, no sentido de que há um professor que debita a matéria, mas sim implementar uma metodologia de projecto porque a cidadania para se desenvolver tem de contar com uma parte prática", especificou a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade numa entrevista ao PÚBLICO que será divulgada neste sábado.
Entre os temas de abordagem obrigatória em todos os ciclos de ensino figuram também o desenvolvimento sustentável, a educação ambiental e a saúde. Existem depois outros dois grupos de conteúdos. Um, de abordagem obrigatória em pelo menos dois ciclos de ensino básico, que integra temas relacionados com os media, participação democrática e sexualidade, entre outros. E outro de aplicação opcional em que são propostas abordagens ligadas por exemplo empreendedorismo, bem-estar animal ou voluntariado.
Os conteúdos a desenvolver no âmbito da nova estratégia terão na base os sete referenciais já elaborados pela Direcção-Geral da Educação, sendo que seis deles foram concluídos na anterior legislatura, numa altura em que a disciplina de Formação Cívica desapareceu da matriz curricular proposta pelo Ministério da Educação, embora muitos estabelecimentos de ensino tenham optado por mantê-la no âmbito da oferta de escola.
“A abordagem da educação para a cidadania tem tido avanços e recuos nas escolas, mas acabou por nunca se consolidar. É isso que pretendemos agora fazer: consolidar esta estratégia dentro sistema de ensino. Será esse o grande desafio”, indicou Catarina Marcelino, frisando que através destas abordagens se está a apostar na prevenção de problemas como a violência doméstica. “O Governo tem a firme convicção de que esta estratégia será positiva para a sociedade portuguesa e para o sistema de ensino”, disse. com Aline Flor

Igualdade de género...



Frases sobre os direitos humanos 1...

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Pouco importa às pessoas saber que têm os direitos reconhecidos em princípio, se o exercício deles lhes é negado na prática. 
Francisco Sá Carneiro

Enfrente com otimismo o regresso às aulas e a rotina..


Faça a contagem decrescente com estas dicas e conselhos para um regresso em grande.
 
Aproxima-se o fim das férias, e com ele, um dos acontecimentos mais marcantes na agenda das crianças e dos adultos: o regresso às aulas. As recordações das férias vão ficando para trás e há que voltar à rotina. Tudo isto significa mais disciplina, e o cumprimento dos horários e compromissos que exigem um esforço tanto para os filhos como para os pais. Ainda que para os mais pequenos o regresso às aulas signifique reencontrar amigos e professores, para muitos, voltar à escola representa uma mudança radical.
Mudanças de vida e novos horários para as crianças
Os meses de verão e as férias permitem que as crianças tenham um horário mais flexível e que por isso estejam mais relaxados, sem pressa para ir para a cama nem para acordar. Por isso, quando o despertador volta a tocar, muda tudo. Teresa Rosillo, psicóloga especializada na infância e em brinquedos para a Imaginarium, garante que “para que esta mudança não implique um esforço considerável, o processo de adaptação deve começar duas semanas antes do início das aulas.”
Para além dos horários, a criança deverá aprender a lidar com outras mudanças “pelo que é necessário que os pais transmitam às crianças que voltar à escola é algo positivo”.
Enfrentar com otimismo o regresso à rotina. Como?
O regresso às aulas pressupõe um regresso às obrigações: é preciso estudar e fazer os trabalhos de casa. Por este motivo, é importante que as crianças contem com o apoio dos seus pais e que eles participem em todo o processo. Por exemplo, indo juntos comprar o material escolar e os livros, arrumar a roupa, levá-los à escola ou dedicar alguns minutos à leitura ou a fazer exercícios.
Teresa Rosillo explica que as crianças reagem à mudança da mesma forma que os adultos: “ficam nervosos e ansiosos, e por isso é tão importante destacar as mudanças positivas e participar nelas”. É importante que comecem a trabalhar as atitudes positivas quanto antes, fixar objetivos para o novo ano escolar, e falar dos aspectos positivos do início de mais um ano lectivo, ajudando-os a desenvolver a sua autoestima. “É positivo que os pais falem com os seus filhos sobre os seus sonhos e expectativas” insiste Teresa Rosillo, “isso contribui para que se sintam protegidos e capazes de enfrentar as dificuldades que eventualmente possam surgir”.


O regresso às aulas, só para crianças?
Durante as férias, as crianças passaram mais tempo com os seus pais do que o habitual e agora têm de aprender a separar-se deles de novo. No entanto, não são só as crianças que precisam de um período de adaptação. Os pais também vivem o seu particular regresso às aulas. Como ultrapassar juntos esta mudança?
Teresa Rosillo explica que é preciso explicar a parte boa da separação “Na escola, as crianças encontram-se num ambiente adaptado que lhes oferece oportunidades todos os dias” e acrescenta que “o regresso ao trabalho faz-nos lembrar que não somos apenas pai ou mãe, e isso é muito benéfico, tanto para as crianças como para os adultos!”
Para que o regresso à rotina seja mais fácil, é importante que as crianças mantenham uma ligação entre as férias e o seu quotidiano “ Pode ser positivo que as crianças levem uma recordação das férias para mostrar à professora e aos amigos” aconselha Teresa Rosillo, que insiste na importância dos pais falarem aos filhos sobre o seu trabalho “usando palavras que possam entender. Assim, serão capazes de imaginar o que fazem os seus pais quando não estão juntos”.

daqui..
http://lifestyle.sapo.pt/familia/pais-e-filhos/artigos/enfrente-com-otimismo-o-regresso-as-aulas-e-rotina?pagina=2

O regresso à escola


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O regresso à escola

Entrou a medo, quase. Parecia que se tinha esquecido do cheiro da sala. O peso da mochila fazia sentir-se nos ombros bronzeados pelo sol do calhau.
O verão foi generoso. Deu-lhe dias lindos para poder ir à praia enrolar-se nas ondas e encher-se de areia. A mãe ralhava-lhe sempre um pouco porque deixava um rasto de areia que ia da entrada da casa até à banheira.
-Consigo encontrar-te só pela pista de areia. - Dizia-lhe fula.
-Já limpo, mãe. - Mas a verdade é que o já demorava muito e tinha de ser avisado e avisado e avisado.
Agora João traz a mochila às costas e o seu mundo de praia e brincadeira sem horários está a ficar para trás. Sente um aperto no coração. Mas João não está triste. Sente que outra parte da sua vida recomeça. A parte dos cheiros dos lápis novos, dos livros impecáveis, dos sons das cadeiras a arrastar, do pó de giz e dos amigos… os seus amigos.
João sente o aperto no coração. Tinha tantas saudades deles.

Retirado daqui..
 http://aescoladooctavio.blogspot.pt/2011/10/regresso-escola.html


 Resultado de imagem para calendário escolar 2017

Bem vindos ao novo ano escolar...


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Livro do mês de junho


Maria Rosa Parreiro Colaço nasceu em 1935, em Torrão, Alcácer do Sal, e faleceu a 13 de outubro de 2004. Foi professora, escritora e jornalista.
Filha de Manuel Jacinto Colaço Júnior e de Margarida Parreira, Maria Rosa iniciou a sua atividade como enfermeira, e seguidamente como professora do ensino primário, em Moçambique e em Almada, mas foi como jornalista e autora de contos e poemas, alguns dos quais musicados, que o seu nome se tornou conhecido.


Defensora da liberdade e senhora com caráter forte, sempre atenta às modificações da sociedade e defensora de uma participação cívica ativa, assim da importância da leitura no desenvolvimento e na educação das crianças, celebrizou-se com a publicação do livro "A Criança e a Vida", tendo colaborado regularmente com vários jornais e foi assessora da RTP (Rádio e Televisão Portuguesa).
Foi-lhe atribuída a comenda da Ordem da Liberdade com Palma por agraciamento póstumo proposto pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio.







quarta-feira, 31 de maio de 2017

Leitura encenada






Leitura encenada muito bem apresentada

A Biblioteca foi palco de uma leitura encenada produzida e apresentada pelos alunos Pedro Eiras, Roberto Araújo, Rúben Eiras, Ana Abrantes e Beatriz Santos, da turma 9º 1 aos alunos do 1º Ciclo de Gondifelos, que se encantaram com a tradicional história de “Os Três Porquinhos”. O Pedro narrava a história ao som de uma música de fundo, num cenário elaborado pelos alunos, onde constavam maquetes da floresta, das casinhas e marionetas dos porquinhos e do lobo mau. O Roberto e o Ruben deram voz às personagens desta história que a Ana e a Beatriz manobraram com mestria. Todo o trabalho apresentado foi desenvolvido nas aulas de Educação Visual e a professora Ana Silva explicou aos meninos como tudo aconteceu.
A professora Lúcia Meira, que foi professora destes alunos, recompensou-os com um miminho doce.
Os alunos e os professores gostaram muito deste momento de leitura que terminou com uma canção “ O Cuco na Floresta” entoada por todos os presentes.

A equipa da BE

terça-feira, 30 de maio de 2017

9ª sessão Educar com om Cinema




O comboio passou em Gondifelos


Uma locomotiva do século XIX, chamada The General, atravessou o horizonte de Gondifelos e deixou um rastro de boa disposição e de nostalgia.
Sexta-feira, 26 de maio, aconteceu mais uma sessão de “Educar com Cinema”. Devido às condições climatéricas, a sessão não pôde realizar-se ao ar livre e o auditório da escola sede voltou a ser o palco de mais uma noitada de cinema. Desta vez, o Cineclube de Joane, parceiro do AEG, propôs o filme The General (Pamplinas Maquinista, EUA, 1927, 75 minutos) dos realizadores Buster Keaton e Clyde Bruckman.
Johnnie Gray, maquinista de uma locomotiva batizada The General tem dois amores: a locomotiva e a noiva, Annabelle Lee. Quando a Guerra da Secessão rebenta em 1861, o Exército recusa-o, achando-o mais útil à causa sulista como maquinista do que como soldado. Depois de várias aventuras de ajuda na causa da guerra, Johnnie é recompensado: pode integrar o Exército, reconciliando-se assim com os seus dois amores. Piadas, ação e emoção sucederam-se ao ritmo da música especialmente composta por Joe Hisaishi.
Rui Leitão, dirigente da Associação Cultural Fértil, convidado especial desta última sessão, comentou o filme na companhia de Vítor Ribeiro, do Cineclube de Joane. De entre as várias observações e análises, destacaram a corrida desenfreada onde, quase sempre em comboios em movimento, Keaton, com o seu habitual rosto inexpressivo, consegue fazer-nos rir com as soluções encontradas, a capacidade de improviso perante o mais delicado dos problemas e o seu conhecido malabarismo físico (muitas vezes em situações perigosíssimas, e sempre sem usar duplos). Os cenários, o número elevado de figurantes e o ritmo frenético das ações (Keaton e o comboio quase parecem duas partes de um mesmo corpo) foram muito apreciados para um filme que conta com 90 anos de existência.
O diálogo continuou, como de costume, à volta de uma chávena e de algo doce. As pipocas deliciosas também estiveram presentes, não durante o filme, para não perturbar, mas no fim, entre conversas.
A equipa da BE e Direção da escola irão agora refletir sobre esta rubrica do projeto Educar com Cinema e os moldes em que funcionou e definir a sua continuidade no próximo ano letivo.
A BE agradece a todos quantos tornaram possível a concretização destas sessões.