sexta-feira, 2 de junho de 2017

Livro do mês de junho


Maria Rosa Parreiro Colaço nasceu em 1935, em Torrão, Alcácer do Sal, e faleceu a 13 de outubro de 2004. Foi professora, escritora e jornalista.
Filha de Manuel Jacinto Colaço Júnior e de Margarida Parreira, Maria Rosa iniciou a sua atividade como enfermeira, e seguidamente como professora do ensino primário, em Moçambique e em Almada, mas foi como jornalista e autora de contos e poemas, alguns dos quais musicados, que o seu nome se tornou conhecido.


Defensora da liberdade e senhora com caráter forte, sempre atenta às modificações da sociedade e defensora de uma participação cívica ativa, assim da importância da leitura no desenvolvimento e na educação das crianças, celebrizou-se com a publicação do livro "A Criança e a Vida", tendo colaborado regularmente com vários jornais e foi assessora da RTP (Rádio e Televisão Portuguesa).
Foi-lhe atribuída a comenda da Ordem da Liberdade com Palma por agraciamento póstumo proposto pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio.







quarta-feira, 31 de maio de 2017

Leitura encenada






Leitura encenada muito bem apresentada

A Biblioteca foi palco de uma leitura encenada produzida e apresentada pelos alunos Pedro Eiras, Roberto Araújo, Rúben Eiras, Ana Abrantes e Beatriz Santos, da turma 9º 1 aos alunos do 1º Ciclo de Gondifelos, que se encantaram com a tradicional história de “Os Três Porquinhos”. O Pedro narrava a história ao som de uma música de fundo, num cenário elaborado pelos alunos, onde constavam maquetes da floresta, das casinhas e marionetas dos porquinhos e do lobo mau. O Roberto e o Ruben deram voz às personagens desta história que a Ana e a Beatriz manobraram com mestria. Todo o trabalho apresentado foi desenvolvido nas aulas de Educação Visual e a professora Ana Silva explicou aos meninos como tudo aconteceu.
A professora Lúcia Meira, que foi professora destes alunos, recompensou-os com um miminho doce.
Os alunos e os professores gostaram muito deste momento de leitura que terminou com uma canção “ O Cuco na Floresta” entoada por todos os presentes.

A equipa da BE

terça-feira, 30 de maio de 2017

9ª sessão Educar com om Cinema




O comboio passou em Gondifelos


Uma locomotiva do século XIX, chamada The General, atravessou o horizonte de Gondifelos e deixou um rastro de boa disposição e de nostalgia.
Sexta-feira, 26 de maio, aconteceu mais uma sessão de “Educar com Cinema”. Devido às condições climatéricas, a sessão não pôde realizar-se ao ar livre e o auditório da escola sede voltou a ser o palco de mais uma noitada de cinema. Desta vez, o Cineclube de Joane, parceiro do AEG, propôs o filme The General (Pamplinas Maquinista, EUA, 1927, 75 minutos) dos realizadores Buster Keaton e Clyde Bruckman.
Johnnie Gray, maquinista de uma locomotiva batizada The General tem dois amores: a locomotiva e a noiva, Annabelle Lee. Quando a Guerra da Secessão rebenta em 1861, o Exército recusa-o, achando-o mais útil à causa sulista como maquinista do que como soldado. Depois de várias aventuras de ajuda na causa da guerra, Johnnie é recompensado: pode integrar o Exército, reconciliando-se assim com os seus dois amores. Piadas, ação e emoção sucederam-se ao ritmo da música especialmente composta por Joe Hisaishi.
Rui Leitão, dirigente da Associação Cultural Fértil, convidado especial desta última sessão, comentou o filme na companhia de Vítor Ribeiro, do Cineclube de Joane. De entre as várias observações e análises, destacaram a corrida desenfreada onde, quase sempre em comboios em movimento, Keaton, com o seu habitual rosto inexpressivo, consegue fazer-nos rir com as soluções encontradas, a capacidade de improviso perante o mais delicado dos problemas e o seu conhecido malabarismo físico (muitas vezes em situações perigosíssimas, e sempre sem usar duplos). Os cenários, o número elevado de figurantes e o ritmo frenético das ações (Keaton e o comboio quase parecem duas partes de um mesmo corpo) foram muito apreciados para um filme que conta com 90 anos de existência.
O diálogo continuou, como de costume, à volta de uma chávena e de algo doce. As pipocas deliciosas também estiveram presentes, não durante o filme, para não perturbar, mas no fim, entre conversas.
A equipa da BE e Direção da escola irão agora refletir sobre esta rubrica do projeto Educar com Cinema e os moldes em que funcionou e definir a sua continuidade no próximo ano letivo.
A BE agradece a todos quantos tornaram possível a concretização destas sessões. 

Portugal anos 50 e 70 Coimbra e Lisboa...


Imagens de outros outros tempos ...

Resultado de imagem para vidas alfredo cunhaNo meio da escuridão, a luz - Fotografias de Alfredo Cunha - PÚBLICO
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Texto da semana...A História da Humanidade em Três Palavras..


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Felipe lembrou-se da história do Rei do Oriente que, desejando conhecer a história da humanidade, recebeu de um sábio quinhentos volumes; ocupado com negócios de Estado, pediu-lhe que a condensasse. Ao cabo de vinte anos, o sábio voltou e a sua história ocupava agora apenas cinquenta volumes; mas o rei, já velho demais para ler tantos livros volumosos, pediu-lhe que a fosse abreviar mais uma vez. Passaram-se de novo vinte anos, e o sábio, velho e encanecido, trouxe um único volume com os conhecimentos que o rei procurara; este, porém, estava deitado no seu leito de morte, nem tinha mais tempo de ler sequer aquilo. Aí o sábio deu-lhe a história da humanidade numa única linha: "Nasceram, sofreram, morreram". 

Somerset Maugham, in "A Servidão Humana" 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Veni vidi vici... in Gondi roma...









clica aqui para saberes mais sobre os romanos:

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Exposição - Gondi Roma


Atividade do departamento Ciências Sociais e Humanas




8ª sessão Educar com Cinema

O Sol brilhou nas salas do Pré

Na segunda-feira, 8 de maio, esteve um belo dia de Sol, maravilhoso para passear e visitar o mar.
A equipa da Biblioteca Escolar cumpriu o seu plano de atividades e levou o Sol e a praia para “dentro” da sala de aula, através da projeção de um pequeno filme, de 6 minutos, chamado “Dia de Sol”, do realizador alemão Gil Alkabetz. Neste filme, o Sol nasce, como todas as manhãs, mas descobre que não é tão bem-vindo como esperava.
Após o seu visionamento, a Profª Rosa dialogou com as crianças sobre a narrativa do filme e da reflexão conjunta abordaram-se brevemente as temáticas da rotina diária, da importância do pequeno-almoço e especialmente da sensibilização para a proteção solar. As crianças do Pré-escolar de Cavalões, de Outiz e de Gondifelos compreenderam que há momentos no dia em que o Sol é saudável e outros em que a exposição a ele, sem os cuidados necessários, é perigoso.
A seguir a uma segunda visualização, as meninas e os meninos realizaram uma atividade que consistiu na colocação de doze fotogramas do filme num painel com duas cores: a área vermelha (momentos do dia em que a exposição ao Sol é prejudicial) e a verde (em que o Sol é benéfico). Aprenderam assim como se protegerem, nomeadamente usando chapéu e óculos de sol, procurando a sombra e na praia colocando guarda-sol e escondendo-se na barraca.
O painel ficou afixado na sala de aula não só como recordação deste dia com cinema, mas sobretudo para recordar algumas precauções a ter com o Sol.
O filme termina com as personagens a aplaudir e a fotografar o magnífico por-do-sol. A profª Sandra Rocha, da equipa da BE utilizou também a máquina fotográfica para captar este momento delicioso com os mais novos.

A equipa vai fazer o possível para voltar em junho.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Livro do mês de maio





Pedro Seromenho Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué.
            Com dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde reside actualmente.
            Embora se tenha formado em Economia, desde muito cedo demonstrou excecionais apetências pelo universo da escrita e da pintura, colaborando em inúmeras publicações e exposições como escritor e ilustrador.
            Após editar o seu primeiro livro de poesia “Rostos e Riscos”, em 2000, o autor obteve sucesso com os livros infanto-juvenis “A Nascente de Tinta” e “O Reino do Silêncio” (aventuras do pequeno Gonçalo).

DESAFIO!!!! 

                  Das recomendações que o autor faz no final da história, escolhe uma e desenha e ilustra-a a teu gosto.


Os melhores trabalhos serão premiados.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Frase da semana...



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"O valor de um ser humano reside na capacidade de ir além de ele próprio, de sair de dentro de si próprio, de existir dentro de si próprio e para as outras pessoas."
Milan Kundera

Os Erros....texto da semana...

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A confusão a fraude os erros cometidos 
A transparência perdida — o grito 
Que não conseguiu atravessar o opaco 
O limiar e o linear perdidos 

Deverá tudo passar a ser passado 
Como projecto falhado e abandonado 
Como papel que se atira ao cesto 
Como abismo fracasso não esperança 
Ou poderemos enfrentar e superar 
Recomeçar a partir da página em branco 
Como escrita de poema obstinado? 


Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas" 

terça-feira, 4 de abril de 2017

Como surgiram os Ovos de Páscoa? A história da origem dos Ovos de Chocolate..


Como surgiram os Ovos de Páscoa? A história da origem dos Ovos de Chocolate

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A verdadeira história de como surgiu o ovo de páscoa, o ovo de chocolate como conhecemos hoje, e a tradição dos ovos de chocolate na páscoa.
Como surgiu o ovo de páscoa? Qual a história do ovo de chocolate? A origem de uma tradição que é comemorada no mundo todo. Um pouco de cultura sempre é bom, conheça a história, origem e como surgiu o Ovo de Chocolate e as tradições de páscoa. O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Como surgiu o Ovo de Chocolate
A história de como surgiram os ovos de chocolate que adoçam a páscoa e fazem a festa das crianças de todo o mundo.

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Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca.
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A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole, da mesma forma como o coelho se reproduz a mensagem de paz e amor da páscoa pode se reproduzir entre os homens. Mais do que chocolate a páscoa é uma data para se comemorar a renovação da fé e a paz entre os homens de boa vontade. 
Fonte Wikipédia Pascoa: http://pt.wikipedia.org