.Carpideira era uma profissional feminina que tinha como função chorar para um defunto alheio. Era feito um acordo monetário entre a carpideira e os familiares do defunto; a carpideira chorava e mostrava seus prantos sem nenhum sentimento, grau de parentesco ou amizade.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Portugal do antigamente.....As Carpideiras.
.Carpideira era uma profissional feminina que tinha como função chorar para um defunto alheio. Era feito um acordo monetário entre a carpideira e os familiares do defunto; a carpideira chorava e mostrava seus prantos sem nenhum sentimento, grau de parentesco ou amizade.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Texto da semana...... Cada Dia é Sempre Diferente dos Outros....
Cada dia é sempre
diferente dos outros, mesmo quando se faz aquilo que já se fez. Porque nós
somos sempre diferentes todos os dias, estamos sempre a crescer e a saber cada
vez mais, mesmo quando percebemos que aquilo em que acreditávamos não era certo
e nos parece que voltámos atrás. Nunca voltamos atrás. Não se pode voltar
atrás, não se pode deixar de crescer sempre, não se pode não aprender. Somos
obrigados a isso todos os dias. Mesmo que, às vezes, esqueçamos muito daquilo
que aprendemos antes. Mas, ainda assim, quando percebemos que esquecemos,
lembramo-nos e, por isso, nunca é exactamente igual.
— Porquê, pai?
— Porque a memória
não deixa que seja igual, mesmo que seja uma memória muito vaga, mesmo que seja
só assim uma espécie de sensação muito vaga. É que a memória não é sempre
aquilo que gostaríamos que fosse. Grande parte dos nossos problemas estão na
memória volúvel que possuímos. Aquilo que é hoje uma verdade absoluta, amanhã
pode não ter nenhum valor. Porque nos esquecemos, filho. Esquecemos muito
daquilo que aprendemos. E cansamo-nos. E quando estamos cansados, deixamos de
aprender. Queremos não aprender por vontade. Essa é a nossa maneira de
resistir, mais ou menos, àquilo que nos custa entender. E aquilo que nos custa
entender pode ter muitas formas, pode chegar de muitos lugares.
— Porquê, pai?
— Porque nos parece
que é assim. Mas talvez não seja assim. Aquilo que nos custa entender é sempre
uma surpresa que nos contradiz. Então, procuramos convencer-nos das mais
diversas maneiras, encontramos as respostas mais elaboradas e incríveis para as
perguntas mais simples. E acreditamos mesmo nelas, queremos mesmo acreditar
nelas e somos capazes. Somos mesmo capazes. Não imaginas aquilo em que somos
capazes de acreditar.
— Porquê, pai?
— Porque temos de
sobreviver. Porque, à noite, a esta hora, temos de encontrar força para
conseguirmos dormir, descansar, e temos de acreditar que no dia seguinte
poderemos acordar na vida que quisemos, que desejámos. Temos de acreditar que
poderemos acordar na vida que conseguimos construir e que essa vida tem valor,
vale a pena. Muito mais difícil do que esse esforço é considerarmos que fomos
incapazes, que não conseguimos melhor, que a culpa foi nossa, toda e exclusiva.
José Luís Peixoto, in
'Abraço'
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Vencedores do desafio do mês de junho
A turma do 2º G da professora Lúcia elaborou estas interessantes lengalengas:
Nós somos as
Anas
Gostamos de
bananas
Comemos
bifanas
Vendidas nas
caravanas
Brincamos
com as Dianas
E as
Marianas
A saltar em
cima das camas.
Nós somos as
Saras
Pintamos as
caras
Jogamos com
as Saras
E a Mª João
Que come o
pão
Deitada no
chão
E chama a
Isabel
Para andar
no carrossel.
O João e o
Simão
Vão à lua no
foguetão
Os Dinis e o
Luís
Voam até
Paris,
Com o Rafael
A comer mel
Até à
floresta
O Gonçalo
Corre de
cavalo.
O Diogo
Apaga o fogo
E o Bruno
Já chora com
o fumo.
O Renato
Nas brasas
assa o pato
E o Lucas
grelha
As trutas.
O Pedro e o
Rodrigo
Comem o figo
E o Andy
Aniversariante
Traz o bolo
que todos comemos
Com folgo.
Turma
2º ano Gondifelos - Prof.ª Lúcia Meira
terça-feira, 3 de junho de 2014
Livro do mês de Junho
Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa a 20
de Julho de 1939. É licenciada em Filologia Germânica. Iniciou a sua atividade
profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido diretora
da revista de divulgação cultural ”Vida” (1971-72). Colaboradora de diversos
jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas” Contrato” em 1970.
Orientando-se preferencialmente para a literatura destinada a crianças e
jovens, publicou mais de 80 obras.
É sócia-fundadora do
Instituto de Apoio à Criança.. Tem elaborado para o Instituto Português do
Livro e das Bibliotecas, para o Ministério da Educação e Fundação Gulbenkian
diversas publicações seletivas da literatura infantil nacional e internacional.
Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras
exclusivamente de sua autoria, musicados por Susana Ralha. Intitula-se “25” por
ser constituído por 25 canções e se integrar na comemoração dos 25 anos da
Revolução de 25 de abril.
Junto de escolas e bibliotecas desenvolve regularmente ações de
incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros,
apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os
jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Livro do mês maio
Carlo Collodi é o pseudónimo de Carlo
Lorenzini. Nasceu em Florença, a
24 de
novembro de 1826 e faleceu a 26 de
outubro de 1890
Foi um jornalista e escritor italiano do século XIX, famoso pela criação de Pinóquio
Iniciou a sua carreira escrevendo num
catálogo de uma livraria florentina. Tornou-se depois um jornalista de sucesso
e em breve escrevia para jornais de toda a Itália. Fundou, então, um jornal
próprio, que foi fechado pela censura, em 1848.
Publicou as obras "Gli amici di
casa" e "Un romanzo in vapore. Da Firenze a Livorno. Guida
storico-umoristica", por volta de1856. O seu primeiro livro infantil foi publicado em 1876, e intitulava-se "Racconti delle fate", uma
tradução do francês. No ano seguinte escreve "Giannettino"
e em 1878, "Minuzzolo".
Em 1881 inicia a publicação do "Giornale per i bambini"
(Jornal para as crianças) - primeiro periódico italiano voltado para o público infantil. Foi ali que, em
curtos capítulos, publica originalmente a "Storia
di un burattino" (História
de um Boneco) - primeiro título das Aventuras
de Pinóquio. Publicou ainda outros contos, como
"Storie allegre", em 1887 - mas nenhum deles alcançou o sucesso de sua obra - prima.
Pinóquio é, sem dúvida, a
criatura que engoliu o criador: a mais famosa personagem da literatura infantil, conhecida em todo o planeta.
Lorenzini morreu repentinamente em 1890, na sua cidade natal, onde foi sepultado.
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