sexta-feira, 29 de setembro de 2017

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Direitos Humanos para Crianças..


Os Direitos Humanos...


Talento reconhecido no domínio da ilustração pela Biblioteca Municipal de Famalicão..


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         A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, juntamente com o escritor famalicense Agostinho Fernandes, lançou um concurso de ilustração aos alunos do 2º e 3º CEB do concelho de Vila Nova de Famalicão, no início do ano lectivo 2015-2016, ao qual quatro turmas da nossa escola aderiram. O concurso consistiu na conceção de ilustrações para o novo livro de Agostinho Fernandes, “As aventuras de D. Quixote e de Sancho Pança”,  um texto adaptado do original de Miguel de Cervantes, “D. Quixote de la Mancha”.
Os alunos conheceram a obra clássica de Miguel de Cervantes, neste ano em que se comemoraram os 400 anos da sua morte, através de um encontro com o escritor Agostinho Fernandes e da leitura do seu livro. Puderam conhecer a ilustração como forma de leitura e interpretação de um texto, sendo acompanhados pela técnica da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, Dra. Maria João Silva. Nas aulas de Português e Educação Visual, leram a obra, desenvolveram o seu sentido crítico e criativo e apresentaram os seus trabalhos a concurso.
Da nossa escola, venceram os alunos Maria Eduarda Silva, Catarina Martins, Ana Catarina Martins e André Silva, cujas ilustrações poderemos apreciar numa nova edição do livro, a publicar brevemente pelo Município de Vila Nova de Famalicão.
Parabéns aos alunos vencedores e um obrigado muito especial aos professores Conceição Pereira, Isabel Carvalho, Abílio Castelo Branco e Carlos Bom, que aderiram a esta iniciativa, acompanharam os alunos e rejubilaram com o seu sucesso.
A professora Bibliotecária, Rosa Dias



quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Livro do mês de setembro


Obra –  O primeiro dia de escola
Autor – Mota, António
Ilustrações  Paulo Galindro
Editado por – Gailivro


Desafio: Ilustra, descrevendo a emoção do teu primeiro dia de escola.


Os melhores trabalhos serão premiados.


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Sobre o autor


António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 16 de Julho de 1957.
Foi professor do Ensino Básico.
Publicou o seu primeiro livro, A Aldeia das Flores, em 1979.
Com a obra O Rapaz de Louredo  (1983) ganhou um prémio da Associação Portuguesa de Escritores.
Em 1990, recebeu o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens pelo seu romance Pedro Alecrim.
Em 1996, ganhou o Prémio António Botto com A Casa das Bengalas.
Em 2003, a obra O Sonho de de Mariana, ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com ilustrações de Danuta Wojciechowska. Esta obra foi escolhida pela Associação de Professores de Português  e Associação de Profissionais de Educação de Infância para o projecto "O meu brinquedo é um livro".
Em 2004, recebeu o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, na modalidade de livro ilustrado, pela obra Se eu fosse muito Magrinho., com ilustrações de André Letria.
Desde 1980 tem sido solicitado a visitar escolas do Ensino Básico e Secundário, assim como bibliotecas públicas, em Portugal e outros países, fomentando deste modo o gosto pela leitura entre crianças e jovens.
Colaborou com vários jornais e participou em diversas acções organizadas por Bibliotecas e Escolas Superiores de Educação.
Os seus livros estão antologiados em volumes de ensino do Português e tem obras traduzidas em Espanha e Alemanha. Tem mais de cinco dezenas de obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura.
Tem livros incluídos em listas de obras literárias de qualidade recomendadas pela Internatinal  Youth  Library de  Munique

Em 2008 foi agraciado com a Ordem da Instrução Pública.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Igualdade de género vai ser um tema obrigatório no ensino básico e secundário

Igualdade de género vai ser um tema obrigatório no ensino básico e secundário

Este ano lectivo a nova Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania será apenas desenvolvida nas escolas que integram o projecto-piloto de flexibilidade curricular.
Catarina Marcelino, secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade Marco Duarte
Os direitos humanos, a igualdade de género e a interculturalidade, onde se abordarão as questões ligadas ao racismo, estão entre os temas que serão de abordagem obrigatória em todos os ciclos de ensino, no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania que foi apresentada nesta sexta-feira pelo Governo.
Na apresentação estiveram presentes os ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, e o da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, bem como a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, e o secretário de Estado da Educação, João Costa.
Neste ano lectivo, a nova estratégia irá ser apenas aplicada nas 235 escolas públicas e privadas que integram o projecto-piloto de flexibilidade curricular. No 2.º e 3.º ciclos de escolaridade, os temas a abordar serão desenvolvidos na nova disciplina de Cidadania e Desenvolvimento prevista nas matrizes curriculares que estarão em vigor nas escolas do projecto-piloto, na qual os alunos terão notas à semelhança do que se passa nas outras disciplinas.
No 1.º ciclo e no ensino secundário terão “natureza transdisciplinar”, devendo contar, no último caso, “com o contributo de todas as disciplinas e componentes de formação”, especifica-se no documento divulgado nesta sexta-feira.
"O que se pretende não é instituir uma disciplina formal, no sentido de que há um professor que debita a matéria, mas sim implementar uma metodologia de projecto porque a cidadania para se desenvolver tem de contar com uma parte prática", especificou a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade numa entrevista ao PÚBLICO que será divulgada neste sábado.
Entre os temas de abordagem obrigatória em todos os ciclos de ensino figuram também o desenvolvimento sustentável, a educação ambiental e a saúde. Existem depois outros dois grupos de conteúdos. Um, de abordagem obrigatória em pelo menos dois ciclos de ensino básico, que integra temas relacionados com os media, participação democrática e sexualidade, entre outros. E outro de aplicação opcional em que são propostas abordagens ligadas por exemplo empreendedorismo, bem-estar animal ou voluntariado.
Os conteúdos a desenvolver no âmbito da nova estratégia terão na base os sete referenciais já elaborados pela Direcção-Geral da Educação, sendo que seis deles foram concluídos na anterior legislatura, numa altura em que a disciplina de Formação Cívica desapareceu da matriz curricular proposta pelo Ministério da Educação, embora muitos estabelecimentos de ensino tenham optado por mantê-la no âmbito da oferta de escola.
“A abordagem da educação para a cidadania tem tido avanços e recuos nas escolas, mas acabou por nunca se consolidar. É isso que pretendemos agora fazer: consolidar esta estratégia dentro sistema de ensino. Será esse o grande desafio”, indicou Catarina Marcelino, frisando que através destas abordagens se está a apostar na prevenção de problemas como a violência doméstica. “O Governo tem a firme convicção de que esta estratégia será positiva para a sociedade portuguesa e para o sistema de ensino”, disse. com Aline Flor

Igualdade de género...