A Equipa da Biblioteca deseja boas e merecidas férias para retemperar energias e regressar em pleno.
Aproveita o ensejo para ler e viajar entre páginas!
O teu espaço de aprendizagem e leituras onde encontras tudo o que procuras
A Equipa da Biblioteca deseja boas e merecidas férias para retemperar energias e regressar em pleno.
Aproveita o ensejo para ler e viajar entre páginas!
Coletânea de contos redigidos pelos alunos das turmas 5º1, 5º2, 5º3, 7º1, 7º2 e 9º2 nas aulas de português sobre o Natal '25.
Inserido no plano de melhoria da BE com a finalidade de desenvolver a escrita criativa e valorizar a expressão literária; consolidar hábitos de leitura e escrita.
Docentes envolvidos: Alice Cruz, Ana Silva, Bárbara Andrade, Fátima Maia, Lara Antunes e Rosa Dias.
Não embarquem na cantiga do otimismo. Sempre que possível, vejam as coisas pelo
lado ruim. Desejem o melhor, mas não deixem nunca de esperar o pior. E saibam
que dois terços das conquistas do Homem se fizeram, mais do que pelo otimismo
dos seus autores, em resultado do pessimismo dos vizinhos daqueles. Os
compêndios irão contra vós. Dir-vos-ão que são cínicos, escapistas, pobres
cultores da ideia de supremacia do mal sobre o bem, tristes conformistas destinados
ao imobilismo e mais nada. Não acreditem. Se há uma coisa capaz de mover
montanhas, é ter ao lado um sacana a dizer «Não consegues, pá, dês as voltas
que deres não consegues» - e, aliás, nós próprios concordarmos com ele. Em todo
o caso, o mal exerce efetivamente supremacia sobre o bem. Vocês sabem que as
crianças choram antes de rir - e que. muito antes de aprenderem o potencial
sedutor de um sorriso, já conhecem as virtudes chantagísticas de uma boa
gritaria.
Não pensem que o método é meu. Insinuou-o Voltaire, no seu Candide,
à revelia dos otimistas taralhoucos que vieram antes e depois dele, como
Leibniz ou Godwin. Gramsci tratou da exegese. O verdadeiro segredo? O
verdadeiro método? «É preciso atrair violentamente a atenção para o presente do
modo como ele é. Pessimismo da inteligência, otimismo da vontade», proclamou.
Não é infalível, claro.
Joel Neto, in 'Banda Sonora para um Regresso a Casa'
ALUNOS DE CAVALÕES NO PROGRAMA DE TRANSIÇÃO PARA O 2º
CICLO
No âmbito do programa de
transição para o 2º ciclo, promovido pelo SPO, em articulação com várias
estruturas do Agrupamento, os alunos do 4º ano da Escola de Cavalões, visitaram
a Biblioteca, usufruíram de uma breve formação de utilizadores,
participaram numa sessão de leitura da história “Um problema
explosivo”, de Margarida Fonseca Santos, deixaram as suas impressões sobre a
Biblioteca, o seu espólio e as suas múltiplas valências em pequenos cartões,
que ficaram expostos num placar da Biblioteca.
Esta visita à escola sede
saldou-se francamente positiva na
promoção da confiança dos
alunos para permitir que cada criança se possa adaptar mais facilmente à nova situação e conhecer os agentes educativos/adultos que a vão apoiar.
Na Biblioteca, usufruíram de uma breve formação de utilizadores e um momento de “A Hora do Conto” com a professora Bibliotecária, Rosa Dias, que lhes contou a história “Tu vais ser aquilo que quiseres ser”, de Sandra Alonso. Toda a visita foi muito apreciada pelas crianças que expressaram o seu entusiasmo e desenharam as suas impressões desta visita que ficou exposta no placard da Biblioteca.
A visita à escola-sede foi bastante positiva,
na medida em que contribuiu para a promoção da confiança dos alunos, permitindo
que cada criança se possa adaptar mais facilmente à próxima situação escolar e
conhecer os agentes educativos/adultos que a vão apoiar no próximo ano letivo.
No passado dia 1 de junho, realizou-se na Biblioteca Escolar a atividade “Um dia a criar: uma experiência artística com alunos”, promovida pelo Clube do Aluno e dinamizada por Pedro Carvalho, Coordenador Intermunicipal do Plano Nacional das Artes
Ao longo da tarde, os alunos participantes viveram uma experiência artística imersiva, centrada na criatividade, na expressão artística, na colaboração e na exploração de diferentes formas de criação. A atividade proporcionou momentos de reflexão, experimentação e construção coletiva, permitindo aos alunos desenvolver competências criativas e de trabalho em equipa. No final da sessão, os participantes tiveram a oportunidade de apresentar o trabalho realizado a uma turma da escola, partilhando o processo criativo desenvolvido e os resultados alcançados. Esta apresentação constituiu uma importante experiência de comunicação e valorização do trabalho realizado, promovendo o diálogo e a troca de ideias entre pares.
O entusiasmo, a dedicação e o envolvimento demonstrados pelos alunos contribuíram para o sucesso da iniciativa, que se revelou uma experiência enriquecedora a nível pessoal, artístico e social. Com atividades desta natureza, o Clube do Aluno continua a promover oportunidades de aprendizagem diferenciadas, incentivando a criatividade, a participação ativa e o desenvolvimento integral dos alunos.
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| Jardim de Infância de Gondifelos |
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| Jardim de Infância de Outiz |
Após um breve interregno, o
cinema voltou aos Jardins de Infância de Gondifelos e de Outiz, com a curta-metragem de animação da
Pixar (2016) intitulado “Piper”.
As crianças, depois de reconhecerem os
elementos essenciais numa sala de cinema e no acesso a ela, nomeadamente a tela,
o projetor, as colunas/som, as cadeiras numeradas e por fila, os espetadores e o
bilhete de acesso, visualizaram atentamente o filme que acompanha
um pequeno filhote de pássaro (pilrito-das-praias) que precisa de superar o seu
medo das ondas do mar.
Após a visualização procedeu-se
à exploração da história, das personagens, do espaço e dos sons, tendo as
crianças identificado o espaço da história, as personagens e os sentimentos expressos,
demonstrando que perceberam a mensagem da história.
Antes de começarmos, note como a palavra tem um sufixo muito curioso: -ança. Encontramo-lo em palavras que mostram um excesso, como «festança», mas também em palavras menos superlativas: «confiança», «esperança» (entre tantas outras).
Portanto, o que este sufixo faz é pegar num verbo e transformá-lo num nome. «Confiar» transforma-se em «confiança»; «esperar» transforma-se em «esperança» — e por aí fora.
Ao contrário doutros sufixos, o sufixo -ança parece ter perdido a força. Criou palavras durante séculos e, um belo dia, cansou-se. Hoje, é difícil usá-lo para criar novas palavras. «Amar» pode transformar-se em «amança»? Dificilmente. «Parar» pode ser «parança»? Na verdade, sim: «parança» está nos dicionários, tal como, entre outras mais raras, «falança». Mas palavras como «teclança» seriam difíceis de criar agora (mas nunca se sabe…).
Em contraste, há outros sufixos que continuam a trabalhar sem parança: se amanhã aparecesse um país chamado «Talaguistão», é bem provável que os seus habitantes fossem os talaguistaneses. O sufixo -ês está vivo e recomenda-se.
No caso da palavrinha que nos trouxe aqui, o sufixo -ança, num tempo em que ainda andava cheio de pujança, encontrou o verbo «criar», chegou-se a ele e nasceu uma bela «criança». Este «criar» veio — surpresa! — do latim, mais propriamente da forma verbal «creāre». O verbo latino já tinha vindo da antiga forma proto-indo-europeia «*ḱer-», que significava «crescer» ou «fazer crescer» e que também está na origem do verbo português «crescer». O verbo «criar» também deu origem a «criatura», «criação», «cria», «criadouro»…
https://24noticias.sapo.pt/opiniao/artigos/qual-e-a-origem-da-palavra-crianca